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Uma Nova Oportunidade com o Pan Rio 2007

Há mais de vinte anos tenho tido o sonho de ver o Esporte Boliche, como um esporte popular. Estar na mídia, e até mesmo com programas de TV. Por um período curto de tempo, eu mesmo participei da criação de um bloco jornalístico dentro de um programa de esportes na TV Record de Florianópolis, SC. Em breve poderei ter uma nova chance. Agora, um programa semanal só sobre Boliche.

Em todos estes anos, conheci e conheço dirigentes honestos, e bem intencionados, que de alguma forma tentaram levar o Boliche à um patamar mais alto em relação a mídia popular. Contudo, falharam, esbarrando em sua falta de capacidade ou ajuda e apoio de tantos que poderiam ajudar, Mesmo estando estes últimos, dentro do Boliche. Em compensação, a maioria é nato-incompetente e incapaz, sem falar na desonestidade. E ainda no egoísmo e egocentrismo de muitos deles.

Mais uma vez, abre-se uma porta para entrarmos no seleto mundo dos esportes populares. E pergunto, o quê os nossos dirigentes estão fazendo de real concretude para lançar o Esporte Boliche á um patamar mais alto? O quê cada proprietário de Casa de Boliche está fazendo para aproveitar a presença do Boliche nos Jogos Pan-americanos Rio 2007, e levar mais público para dentro de suas casas?

Se alguém estiver fazendo algo a respeito disso, me avise. Pois eu não vejo nada onde conheço. Nenhuma ação para aproveitar os Jogos do Rio de Janeiro. Uma pena! Para todos.

A falta de visão do Boliche brasileiro, não se limita apenas aos jogadores, dirigentes esportivos. Mas também, e aqui acho mais grave ainda, aos proprietários de Boliche de todo o Brasil. Se sou dono de uma casa de boliche, eu faria diferente do que fazem os atuais. Não se associam, não procuram traçar metas conjuntas, ou mesmo individuais, para aproveitar oportunidades como essa.

Eu procuraria incentivar uma força tarefa entre os os proprietários. Lançaria campanhas publicitárias em TV e rádio. Além de jornais e revistas. Faria isso até mesmo sozinho. Pois o meu objetivo primordial com meu negócio, é ganhar dinheiro. E se possível, a cada dia mais.

É lamentável que nossos dirigentes não consigam sensibilizar os donos de casa de boliche com a prática esportiva do Boliche. Boliche é esporte. Caso alguém tenha esquecido disso! E vivemos na era da atividade física, do “ Mexa-se”! Mas nenhum dos espécimes citados, faz jus à esta máxima da vida moderna.

Nas grandes capitais e cidades, os centros de boliche poderiam contratar instrutores de boliche. AS federações estão cheias de bons jogadores, que serviriam como instrutores para iniciantes. A CBBOL – confederação brasileira de Boliche, tem um projeto de formar instrutores. Aí está uma ótima oportunidade para se ter um bom profissional dentro de uma casa de Boliche. E com o crivo da CBBOL. A oficialidade da capacidade do profissional.

Este mesmo profissional, poderia ser o incentivador e promotor de eventos esportivos, como ligas, e torneios amadores. Mas não vejo nada disso acontecer.

O Pan do Rio está batendo à nossa porta. Eu não perdi a oportunidade de estar presente. Assim que fui convocado para ser árbitro, aceitei antes mesmo da frase solicitante terminar de ser dita. Estou tratando como profissional da área e como dirigente esportivo – presidente da FECBOL, federação catarinense de boliche, de montar um programa semanal sobre Boliche em minha cidade.

O presidente da CBBOL, Sr. Cesar Maciel, já veio à mim para retornamos com o projeto de criarmos um Ranking nacional de Boliches Assistidos ( pinos com cordas ). Essa idéia é maravilhosa. E as casas de boliche desse tipo, não podem perder esta oportunidade. È mais um fator agregador de público e renda. Que assim seja!

Jogo que segue...!

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Augusto Dias

(48) 9126-1801


 

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